Numero de estudantes internacionais está crescendo em rítmo acelerado

15 Apr 2009

O número de estudantes que sai do seu país de origem para aprimorar seus conhecimentos em universidades estrangeiras tem crescido com força total. Os números mostram algo em torno de 3 milhões de pessoas. Um aumento de 50 por cento desde 2000, e o dobro desde o ano de 1995.

Estes números foram revelados na matéria "Education at glance 2008" da Organização para Cooperação Económica e Desenvolvimento -Organization for Economic Cooperation and Development (OECD).

 

Popularidade está em Crescimento

 

O ensino superior em geral está em constante crescimento de popularidade. Há dez anos, 37 por cento de uma faixa etária prosseguiu os seus estudos, a proporção é agora 57 por cento. Especialmente a Finlândia e a Polônia apresentam um enorme crescimento, dobrando o número de matrículas no ensino superior .

A OCDE não se surpreende por este desenvolvimento, porque as pessoas com educação mais elevada em muitos países ganham cada vez mais e estão em alta demanda no mercado de emprego. Mas o aumento dos números de estudante resulta a pressão de investir cada vez mais na educação e aumentar a eficiência. 
 
Dinheiro X qualidade


Em média, os paises da OCDE gastam agora uma parte maior do seu orçamento em educação. Mas o número de estudantes no ensino superior, geralmente cresce mais rápido do que os recursos financeiros, o que poderia resultar em uma deterioração da qualidade. A Holanda está listado como um dos paises que menos gastou por estudante ao longo dos últimos dez anos. 
 

Soluções


A OCDE indica que as reações a estas evoluções são várias. Principalmente nos paises escandinavos utilizando recursos públicos para fazer jus ao aumento. Outros, como o Reino Unido e os Estados Unidos, deixam os alunos pagar a conta. A OCDE se preocupa que há também um grupo de países europeus que já não investe no ensino superior e não abre possibilidades para a aplicação de recursos privados.

A OCDE não se limita a pedir que seja gasto mais dinheiro com o ensino superior. Segundo a Organização, muito pode -se melhorar aumentando a eficiência. Se pré-universitários estão mais bem informados quando se escolhe um campo de estudo, o abandono - que está agora em 31 por cento - pode ser reduzido, ou seja, os custos podem ser salvos. A OCDE também acredita que há espaço para melhorias no ensino na área governamental e gestão financeira.

Fonte: Transfermagazine.nl (em holandês)